Meu grito tem sangue,
e silêncio.
Tem a voz de ontem,
de um nada sem explicação.
Corre solitário nas veias,
Deita em vestígios de céu,
e sopros de lucidez.
Meu grito corta a carne,
para fazer nascer um sentido.
delira ou sonha,
minha ausência em mim.
Same mistake – James Blunt
Publicado em Junho 19, 2008 de 16:05 pm e arquivado sobre inverno . Você pode acompanhar qualquer resposta por meio do RSS 2.0 feed.
Você pode deixar uma resposta, ou trackback do seu próprio site.